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6ª Reunião do projecto Ciência Viva P-IV-1994

“Acções Integradas sobre o Sentido da Audição”

 

Local: Gabinete I329, Laboratório I323 da FEUP

Data: 11 de Novembro de 2002

 

Participantes:

                   Aníbal Ferreira (coordenador, INESC Porto / FEUP)

                   António M. L. Silva Pereira (E.S. Fontes Pereira de Melo)

                   Guilherme E. O. Resende Silva (Colégio Internato Carvalhos)

 

Introdução

 

A reunião (informal) foi convocada pelo coordenador com o objectivo de tratar dos seguintes assuntos:

 

·         distribuição de algum material de suporte às acções a desenvolver durante as visitas às escolas CIC e ESFPM,

·         publicitação nas escolas CIC e ESFPM do projecto e das actividades a desenvolver aquando das visitas,

·         aspectos de logística relacionados com as acções,

·         divulgação para a comunicação social da iniciativa.

 

Material de Suporte às Acções

 

Foram distribuídos pelos parceiros cópias dos três pósteres relativos ao projecto (seus objectivos e realizações) e idênticos aos que foram exibidos durante o 6º Fórum Ciência Viva. Foram também distribuídas cópias do CD-ROM contendo uma aplicação interactiva sobre o som e o sentido da audição, e configurável para a Língua portuguesa. Este CD foi gentilmente cedido pelo parceiro DECIBEL.

 

Este material será usando no âmbito das acções a desenvolver junto dos alunos, como consta do documento anexo.

 

Foi também discutida a questão de algum material adquirido no âmbito do projecto para o desenvolvimento e construção de demonstradores, ficar à guarda das escolas, concretamente equipamento de soldadura SMD (CIC) e um PC com a aplicação de análise de sinais de fala (ESFPM).

 

Divulgação Junto dos Alunos

 

Foi discutida a necessidade de realizar uma ampla informação nas escolas CIC e ESFPM sobre as acções a desenvolver no âmbito das visitas, com o objectivo de 1) sensibilizar os jovens para o temas e realizações do projecto, 2) de os motivar a participar nas actividades enquadradas nas acções e 3) de possibilitar uma atempada comunicação aos encarregados de educação da iniciativa e necessidade de autorização para que os seus educandos participem voluntariamente nos testes de audição. Com este propósito, foi preparado um documento que detalha as várias componentes destas acções e que inclui um questionário que, no caso de participação nos testes de audição, deverá ser respondido, assinado e entregue no momento de realização dos testes. Solicitou-se uma ampla divulgação deste documento pelos alunos. Do ponto de vista do procedimento implicado em cada teste de audição, o número máximo de testes a realizar será cerca de 20.

 

Logística

 

Como se detalha no documento anexo, as acções estruturam-se em três componentes: observação, crítica e experimentação de demonstradores, inquérito pedagógico sobre o som, a audição e cuidados a ter, testes de audição.

 

As primeiras duas componentes deverão decorrer num espaço de fácil acesso e em que os alunos possam circular livremente. Dado o número de demonstradores, serão necessárias cinco mesas, separadas por um espaço que permita a circulação de alunos. Em três destas mesas estará um computador. Um deles, contendo a aplicação de análise de sinais de fala, será colocado pelo INESC Porto. Solicita-se que os restantes dois (um contendo a aplicação interactiva sobre o som e o sentido da audição referida em 1, e outro permitindo o acesso à página Web do projecto na Internet), acompanhados de colunas áudio, sejam disponibilizados por cada escola. Nas restantes duas mesas estarão o demonstrador de classificação de cerâmica através do som, e um modelo desmontável do ouvido humano onde se realizará também o concurso didáctico sobre o som e o sentido da audição.

 

A terceira componente, dada a sua especificidade em exigir discrição e silêncio, deverá desenvolver-se num espaço recatado (mas desejavelmente não muito longe do espaço dos demonstradores). Este espaço deverá compreender uma pequena sala fechada onde será instalado o equipamento audiométrico (precisar-se-á de uma mesa e duas cadeiras) e onde decorrerão os testes com a colaboração de um audiologista. À entrada desta sala deverá existir uma outra mesa e duas cadeiras de modo a permitir a análise por um médico otorrinolaringologista, antes da realização do teste audiométrico pelo aluno voluntário.

 

Solicitou-se ao Professor responsável pela participação de cada escola no projecto, a constituição de uma lista com os nomes dos alunos interessados em participar nos testes de audição, até cerca de 25 voluntários.

 

Como se descreve no documento anexo, oferecer-se-ão aos alunos, mediante participação no inquérito pedagógico ou nos testes de audição, mini-sonómetros analógicos que foram projectados e construídos no âmbito do nosso projecto. Far-se-á a distribuição de cerca de 40 destes sistemas por escola. Em cada escola entregar-se-ão também três sonómetros digitais, igualmente projectados e construídos no âmbito do nosso projecto. Dois deles, por sugestão dos Colegas Silva Pereira e Guilherme Silva, ficarão com os professores para serem usados nas aulas de Electrotecnia ou Ciências, por exemplo. O terceiro será sorteado entre todos os voluntários nos testes de audição, em cada escola.

 

Por último, solicitou-se que cada escola assegure um meio ou suporte para afixação de quatro pósteres, um relativo ao demonstrador da classificação de cerâmica por som e que deverá situar-se na sua proximidade, e os restantes três relativos à descrição do nosso projecto Ciência Viva.

 

Informação à Comunicação Social

 

Dada a relevância e alcance dos resultados do nosso projecto Ciência Viva, e dado que as visitas às escolas que representam a conclusão do projecto, foram programadas para decorrerem durante a “Semana da Ciência e Tecnologia” (23 a 30 de Novembro de 2002), foi feita uma informação do projecto, do plano e calendarização das visitas, a vários orgãos de comunicação social (para além do registo do evento na própria página Web do Ciência Viva – http://www.cienciaviva.pt) , concretamente (até ao momento):

 

·         jornal da tarde da RTP 1

·         programa 2010 da RTP 2

·         estação NTV

·         jornal Comércio do Porto

·         empresa MEDIANA (assessoria de imprensa)

 

A nossa modesta expectativa é que, apesar de ser assunto para uma notícia positiva, haja pelo menos um eco da nossa iniciativa para a comunicação social.

 

 

 

 

Aníbal João de Sousa Ferreira, 15 Novembro de 2002

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